quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Diploma universitário rende menos que a poupança


Já se foi o tempo em que pendurar um diploma universitário na parede era sinal de status e garantia de sucesso profissional. Hoje, além de ser um gesto brega pra cacete, o diploma universitário pouco pode agregar ao longo dos anos em relação ao desenvolvimento profissional e financeiro de quem o possui.

Estudo realizado pelo IBGE (e publicado na edição de hoje da Folha de S. Paulo), mostra que entre todos os níveis de escolaridade, nos últimos oito anos foi justamente na faixa do ensino superior que houve maior estagnação nos rendimentos dos profissionais. Conforme identificado na pesquisa, entre 2003 e 2011, para quem tem até o ensino fundamental, a sua renda teve um aumento médio de 30%. Por outro lado, quem tem faculdade teve a sua renda aumentada em apenas 0,3%.

Ainda assim, em valores absolutos, a diferença do salário de quem estudou mais e de quem passou menos tempo em frente aos livros é gigantesca. Se em 2003 o brasileiro que havia estudado até a 8ª série ganhava em média R$ 654,49, no ano passado esse valor chegou a R$ 854,83. Um aumento de R$ 200. Já para quem havia concluído a faculdade, em 2003 o salário médio recebido era de R$ 3.839,93, enquanto que em 2011 esse valor havia chegado a R$ 3.850,52. Um ridículo aumento de apenas R$ 11, pouco mais de R$ 1 por ano. É mole ou quer mais?

Coitados de nós que um dia acreditamos que estudar bastava para ser alguém na vida...

Um comentário:

  1. VALHA... SOH PQ UM AMIGO MEU, ADAMES, PENDUROU O DIPLOMA DELE NA PAREDE DA SALA, VOCES VEM DIZER QUE SAIU DE MODA... MO PAIA OH!
    KKKKKKKKKKKKKKKK

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